Filho de peixe, peixinho é!

C. George - Roteirista
Desculpem-me pela completa falta de modéstia, mas orgulho de pai é muuuuuuiiito difícil reprimir!
Quem é que já não ouviu algum conhecido dizendo a frase: “Só podia mesmo ser filho de quem é!”
Parece que teremos em breve mais uma quadrinhista brasileira no mercado (desejo de pai).
Tudo bem que é apenas uma página, mas gostei de ver o jeito dela mostrar a dinâmica da história, e com apenas 5 anos. Muita decisão, mandou ver, sem medo algum e precisavam ver ela se auto-criticando. Fiquei até assustado!
A pequena história é essa: Uma menina estava pescando quando de repente o seu pequeno barco é destroçado, a menina cai na àgua e é salva por um golfinho que a deixa sã e salva em uma ilha, os dois se despedem com um salto do golfinho. E em outro lugar, uma sereia e um tritão conversam no fundo do mar quando chega a baleia do tíitulo da história.
Mas, afinal, o que faz o filho optar por trabalhar na mesma atividade do pai?
Para muitos a resposta pode estar na admiração, no gosto já difundido desde a infância por determinada arte, profissão ou mesmo estilo de vida ou por outros motivos que a própria razão desconhece.
Espero que ela não sofra como o pai. “Comentem (æ)!”
Capa Isa - Capa Isa

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